Meninas pretinhas

Vim aqui, nesses dias loucos de correria entre faculdade e trabalho, apenas por um assunto urgente – duas meninas que dão show de empoderamento – Mc Soffia e Elis.

Solta o som, DJ!

Agora, prepare-se para mais um lacre em (mini)pessoa.

Pronto, era isso. Vou comentar nada, porque nem precisa. Só queria deixar vocês tão felizinhos quanto eu, vendo esses vídeos. ❤

política-crise-reforma

Um ensaio sobre a cegueira (política)

Anda tudo muito confuso, eu sei. Mas ao invés de defender um lado e acusar outro, me pego pensando em como chegamos aqui. Para isso, temos que voltar no tempo, lá pela colonização, quando Portugal veio explorar essa terra onde atualmente vivemos, com a desculpa de que “descobriu” um novo país. O Brasil começou sendo roubado, os índios que aqui viviam foram escravizados. Desde então, muita coisa mudou, mas a exploração realizada pelos que possuem poder tornou-se praxe.

Leia mais »

O dia de todas as mulheres

Datas são apenas datas. Eu que sou “de humanas” nunca liguei muito para os números. Porém, querendo ou não, se não fosse o calendário me avisar, eu nem acreditaria que já estava completando 23 anos de vida, no último dia 8 de março. E se não fossem certas mulheres, que batalharam por condições de vida melhores, esse data não seria lembrada como um momento para refletir sobre a nossa luta pela equidade de gêneros feminino e masculino.Leia mais »

Beyoncé e a cultura como identidade

Esses dias, estava numa aula sobre cultura e jornalismo, e a professora comentou a diferença entre cultura como algo comercial e cultura como identidade, citando o filósofo Terry Eagleton. Parafraseando ela:

A cultura como identidade é composta por grupos com características em comum, que cultuam determinados costumes com os quais se identificam.

Já, a cultura como algo comercial vem do pós-modernismo e tem como característica a falta de idealismo, visando o lucro.

Leia mais »

De passagem

“Voa, Jojô, mas voa bem alto”, aconselhou ela, há alguns anos. Mas nem precisava dizer nada. O maior exemplo, eu vi acontecer. A menina que tanto sonhava em continuar estudando depois da quinta-série, nunca deixou de acreditar. Mesmo quando não tinha condições financeiras para continuar na escola.

Anos depois… Cinco filhos depois… O objetivo ainda era o mesmo e foi conquistado. Foi tão longe, que conseguiu se formar até no ensino superior. Virou professora e mostrou para outros tantos, o caminho do aprendizado. Entre tantas crianças e adolescentes, ela se identificava. Sempre foi jovem e a idade do registro não significava nada.

Leia mais »